FOLARES TRADICIONAIS PORTUGAL

Com a aproximação da Páscoa, aproxima-se também o final da Semana Santa. Este período é bastante importante para a religião uma vez que representa a ressurreição de Jesus Cristo e a libertação do povo da Judeia.

É nesta altura também que se come uma das tradições mais antigas da Páscoa em Portugal: o folar, tão antigo que não se sabe ao certo a sua origem.

Confecionado à base de água, sal, ovos e farinha de trigo, o folar é um pão tradicionalmente português que pode ir de doce a salgado dependendo de qual a zona do país em que este é confecionado.

No Norte, ao contrário do resto do país, os folares são salgados: recheados com carnes de vitela, frango, coelho e, sobretudo e mais commumente, de porco, presunto, linguiças e salpicão que são cozidos juntamente com a massa;

Nas Beiras, o folar é um pouco diferente. A receita reza que seja feito com canela e erva-doce, com um ou vários ovos cozidos inteiros a servir de enfeites (que podem ou não ser pintados para dar mais cor ao folar);

Mais abaixo, na região do Alentejo, o folar ganha outros formatos, que são decorados com amêndoas e os típicos ovos cozidos. Em Castelo de Vide e Barbacena, a tradição dita que os padrinhos ofereçam aos afilhados e que os compadres e comadres troquem folares entre si.

Por fim, no Algarve, os folares de Páscoa são conhecidos como folar de folhas ou bolo folar de Olhão. O doce é feito com camadas de canela e açúcar amarelo, limão e manteiga que torna este no folar mais doce e aromático do país.

Estes são apenas alguns dos tipos de folares mais comuns no nosso país sendo que existem, certamente, mais receitas. Qual é o tipo de folar da sua zona e qual o seu preferido?

Partilhe connosco a sua receita.

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PROTEJA-SE DAS ALERGIAS NA PRIMAVERA

Com a chegada da primavera, as alergias tendem a aumentar. Existem vários tipos de alergias, contudo as mais comuns continuam a ser a substâncias como o pó, pólen e ácaros, mais comuns durante esta estação do ano.

O que é a alergia?
É o nosso organismo (neste caso o sistema imunitário) que identifica determinadas substâncias toleradas, normalmente, pela maioria das pessoas como sendo nocivas e cria uma forma de as eliminar do nosso corpo. Esta resposta, uma vez que é errada, é prejudicial para o paciente que desenvolve uma série de alterações que originam os sintomas típicos das doenças alérgicas.

Ninguém nasce alérgico, na realidade, o surgimento das alergias num individuo é uma predisposição genética que, em função de fatores ambientais, faz com que a pessoa se torne alérgica a determinadas substâncias às quais cria uma resposta imunológica errónea. Em certos casos, as alergias surgem devido a fatores familiares, caso um dos progenitores tenha alergia, a probabilidade de o filho também ter é de aproximadamente 50%.

Quais são os principais sintomas das alergias?
Existem alguns sintomas mais evidentes e frequentes numa reação alérgica: espirros, pingo do nariz, comichão nos olhos, nariz e garganta e congestão. Existem outros sintomas dependendo do tipo de alergia, como tosse, falta de ar, pieira ao respirar ou cansaço.

Como controlar e prevenir as alergias de Primavera?
Existem algumas recomendações que pode seguir de forma a não ficar tão exposto às alergias:

Janelas fechadas
Se sofre de alergias de Primavera, mantenha as janelas de casa fechadas especialmente durante os dias em que a concentração de pólenes é mais elevada. Pode optar por ter persianas ou portadas.

O mesmo se aplica às viagens de automóvel. Mantenha os vidros do carro fechados durante a viagem para que as partículas não entrem e lhe provoquem um ataque alérgico.

Alimentação Cuidada
Os especialistas concordam que alimentos ricos em vitamina C – por exemplo, o ananás – e ácido fólico – leguminosas e produtos hortícolas verdes escuros – reduzem a inflamação associada às reações alérgicas.

Consulte o Boletim Polínico
Mantenha-se atualizado com as várias oscilações de concentração de pólenes. Consulte o boletim polínico – www.rpaerobiologia.com – na sua região e previna-se. Nos dias com índices mais elevados de concentração de pólenes tome sempre a medicação adequada e procure evitar, sempre que possível, espaços verdes.

Cuidados com a roupa
É normal que algumas substâncias fiquem nas nossas roupas no dia-a-dia. Logo que chegue a casa, limpe bem os pés e mude de roupa. Escove a sua roupa para evitar espalhar pó e pólenes pela casa. Pode ainda tomar um banho para evitar a passagem destas substâncias para os lençóis. No banho opte por sabonetes e champôs neutros e suaves, não esfregando demasiado o corpo porque pode eliminar a camada de células que protege a pele.

Cuidados em casa
Mantenha sempre a casa limpa evitando a acumulação de pó nos cantos ou móveis que podem agravar as suas alergias. Retire tudo o que sejam tapetes e móveis que possam conter tecido onde pós e ácaros se possam alojar. Para além disso, evite ter animais dentro de casa, especialmente no quarto.

Quando lavar as suas roupas, use programas com temperaturas superiores a 60º, os ácaros não sobrevivem a temperaturas acima destas.

Lembre-se, quanto mais limpo o ambiente estiver, mais fácil será para si controlar as alergias e evitar o agravamento dos sintomas.

Ainda que desconfortáveis, é possível viver de forma saudável com alergias. Seja acompanhada por um profissional para que possa ter sempre acesso à medicação correta e adote algumas alterações na sua rotina durante este período e viva a Primavera de forma diferente.

 

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PORTUGAL NO FEMININO

8 de Março é o dia em que se celebram as mulheres, as suas conquistas, os seus méritos, os seus feitos. O Dia Internacional da Mulher celebra-se para recordar das grandes vitórias que foram conquistadas ao longo de vários anos, desde o direito a votar, ao direito à educação e ao trabalho, lutando contra o preconceito racial, sexual, político, cultural, económico ou linguístico.

Neste dia de comemoração, deixamos-lhe a história de algumas das mais reconhecidas mulheres portuguesas que se notabilizaram pelos seus feitos na nossa história nas mais diversas áreas.

Carolina Beatriz Ângelo
Nascida a 16 de Abril de 1878 no distrito da Guarda, notabilizou-se em Portugal por várias conquistas ao longo da sua vida: conhecida por ser a primeira mulher a votar em Portugal no ano 1911, foi também a primeira cirurgiã portuguesa. Feminista e sufragista, fundou e fez parte da Liga Portuguesa das Mulheres Portuguesas, defensora de ideais republicanos entre eles o direito ao divórcio e dos direitos e deveres iguais para homens e mulheres. Viria a falecer em 1911 com 33 anos de idade derivado a problemas cardíacos. A escola EB 2,3 da Guarda e o Hospital Beatriz Ângelo de Loures receberam o seu nome em homenagem à médica e ativista.

Amália Rodrigues
Conhecida como a voz de Portugal, Amália Rodrigues foi uma das mais brilhantes e aclamadas cantoras do século XX. A data de nascimento foi uma incógnita durante alguns anos sendo a sua data oficial de nascimento a 23 de julho de 1920. Tornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado tendo atuado um pouco por todo o mundo e levando a conhecer a cultura portuguesa, a língua portuguesa e o fado aos quatros cantos da terra. Faleceu em 1999 tendo deixado um legado de filmes e músicas que ainda hoje fazem parte do repertório português.

Lourdes Pintasilgo
Maria de Lourdes Pintasilgo nasceu em 1930 em Abrantes. Fundou em 1969 juntamente com Teresa Santa Clara Gomes, o movimento internacional Graal no qual foi coordenadora de programas de formação e de projetos-piloto no domínio da emancipação da mulher, do desenvolvimento, da ação sociocultural e no domínio de uma evangelização enraizada no seu tempo. Entre 1979 e 1980 desempenha o cargo de primeira-ministra de Portugal, tendo sido a única mulher até a data a ter tal cargo (Foi a segunda mulher a desempenhar o cargo de primeira ministra na Europa, depois de Margaret Thatcher no Reino Unido). Faleceu em 2004 contando com várias obras publicadas e uma vasta lista de homenagens, desde prémios a jardins com memorias que pretendem manter os seus feitos na memória dos portugueses.

Beatriz Costa
Beatriz da Conceição foi mais conhecida pelo nome Beatriz Costa pelos portugueses. Atriz de cinema e teatro é ainda hoje um ícone da cultura portuguesa. Pisou vários palcos durante a carreira e participou também em vários filmes que fazem parte do património cinematográfico português – O Trevo de Quatro Folhas, A Aldeia da Roupa Branca e A Canção de Lisboa, filme que viria a imortalizar a sua imagem e ganhar o título de “Príncipes do Cinema Português”, ao lado de Vasco Santana. Viria a falecer em 1996, sendo ainda hoje recordada pelo povo português.

Rosa Mota
Considerada por muitos como a melhor corredora do século XX, Rosa Maria Correia dos Santos Mota – ou apenas Rosa Mota -, nasceu em 1958 no Porto. A sua paixão pela corrida começou quando ainda nova, carreira que seguiu ao longo de várias competições internacionais. Venceu a medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984 e a medalha de outro, quatro anos depois nos Jogos Olímpicos de Seul 1988. Ganhou várias medalhas de ouro no Campeonato Europeu e nos Campeonatos Mundiais. São várias as homenagens e distinções que lhe foram prestadas em reconhecimento dos seus feitos.

Estão são apenas algumas das várias mulheres que marcaram Portugal ao longo dos seus anos de história. Quem poderia fazer parte desta lista? Partilhe connosco o nome de grandes mulheres nas nossas redes sociais.

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COMO COMPENSAR A CARÊNCIA DE VITAMINA D

A vitamina D é um dos muitos nutrientes essenciais para que o nosso corpo funcione de forma regulada ao longo do dia e da vida. Mais conhecida como a vitamina do sol, uma vez que é produzida na nossa pele por ação dos raios solares. A vitamina D tem como uma das suas principais funções a manutenção da massa óssea sendo necessária para que o organismo consiga absorver cálcio corretamente. Para além disso, a vitamina D está envolvida em outras funções do nosso corpo como por exemplo no sistema circulatório e nervoso, no sistema digestivo e ainda no sistema imunológico ajudando a prevenir doenças como a depressão, diabetes, cancro ou doenças cardíacas.

A deficiência de vitamina D pode estar relacionado a várias doenças e os sintomas são subtis o que faz com que a maioria das pessoas não se aperceba que existe uma insuficiência deste nutriente no organismo. Os sintomas associados à carência desta vitamina incluem:

– Fadiga e dores musculares

– Alterações de humor

– Queda de cabelo

– Dores nas costas e ossos

– Menor capacidade de cicatrização de feridas

Qual a melhor forma de compensar a deficiência de vitamina D no nosso organismo?
Para se conseguir uma produção adequada de vitamina D é necessário, na Primavera, no Verão e no Outono, um tempo de exposição solar, sem protetor, de 15 a 30 minutos (conforme o tipo de pele), pelo menos três a quatro vezes por semana, nas horas em que o nível de radiação UV seja de 4 ou 5. Uma estratégia possível é aplicar o protetor solar apenas à chegada à praia e aproveitar os minutos que ele demora a atuar para produzir vitamina D.

Uma outra forma de conseguir melhorar os níveis de vitamina D é com uma dieta cuidada. Pode ingerir alimentos ricos como peixes gordos (salmão, sardinhas e cavala, por exemplo), carnes vermelhas, fígado de vaca, gema de ovo, queijo e derivados ou cogumelos são apenas alguns dos alimentos que pode incluir na sua dieta.

Para as pessoas que passam pouco tempo fora de casa, que vivam em zonas com pouco sol, que vivam em instituições ou lares e que tenham uma mobilidade reduzida, que apresentem polimorfismos nos genes associados à síntese no organismo, a solução poderá ser optar por tomar suplementos desta vitamina de forma a compensar

Em termos gerais, e em condições ideais de vida, entre 80 e 90% da vitamina D deveria provir da síntese cutânea e 10 a 20% da dieta.

Caso sinta que poderá ter algum dos sintomas descritos procure o seu médico de família ou aconselhamento especializado. A sua saúde em primeiro lugar.

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EVITE A FATIGA NO CONFINAMENTO

Cansado da pandemia e do confinamento? É normal. Mesmo estando em casa, torna-se difícil de manter uma rotina, separando a vida profissional da vida pessoal, sem descurar cuidados de proteção. No entanto, é muito importante manter estes comportamentos, para que não sucumba à fatiga durante este novo período de confinamento.

A Ordem dos Psicólogos partilha alguns conselhos que deve seguir:

Saiba que sentir-se cansado e desmotivado é normal
O psiquiatra Pedro Morgado defende que “é normal sentirmo-nos ansiosos, preocupados e tristes e é importante salientar que a maioria das pessoas acaba por se adaptar e encontrar a tranquilidade necessária para lidar com a adversidade dos nossos dias.”
A pandemia exigiu uma “grande capacidade de adaptação” e que “é natural” que as pessoas se sintam “fartas” da situação; afinal, a pandemia dura há meses e o seu fim ainda está longe. Após tantos meses com limitações, sacrifícios e incertezas, é natural sentir falta de motivação para continuar a seguir as orientações – no entanto, é ainda importante agora seguir os cuidados recomendados pelas autoridades de saúde.

É importante manter uma rotina (e planos para o futuro)
Definir uma rotina “é algo fundamental para o funcionamento do nosso organismo e para o nosso bem-estar físico e psicológico”, garante Pedro Morgado. Mesmo em confinamento, ajuda continuar a adotar certos comportamentos como se nada tivesse mudado, como vestir-se para trabalhar, alimentar-se de forma adequada e regular, praticar exercício físico e separar os períodos de trabalho e de descanso/lazer com muita clareza. Estas medidas ajudam-nos a preservar não só a normalidade, mas a nós próprios também.

É igualmente importante ter planos diferentes para os dias de folga e fazer planos para o futuro, mesmo a curto prazo (como uma caminhada ou uma videochamada no fim-de-semana). Até pode planear uma viagem para mais tarde, quando for possível viajar em segurança e sem restrições, para que não perca a esperança para um futuro quando tudo voltar ao normal.

Não descurar cuidados, apesar do cansaço
Por muito cansados que possamos estar, há cuidados que não podem ser descurados. O uso de máscara, a lavagem ou desinfeção das mãos e o distanciamento social são comportamentos importantes que não podemos deixar esquecidos.
Com a repetição constante, estes tornar-se-ão num hábito que não requer esforço. Deixe o desinfetante e a máscara sempre à mão, para facilitar o seu uso.

O bem-estar deve ser prioridade
A constante exposição ao stress nestes tempos de incerteza é um fator de risco para o desenvolvimento de ansiedade e depressão.
Dessa forma, é preciso colocar o seu bem-estar em primeiro lugar. Em tempo frio, é importante comer bem e privilegiar uma alimentação saudável e variada (com frutas e leguminosas), fazer exercício físico e sair para espaços verdes ou apanhar sol para estimular a produção de vitamina D.

Procure também atividades que promovam o bem-estar, sempre com atenção ao risco associado, como: ler, escrever, desenhar, pintar, jogar, ver filmes ou séries, cozinhar, tratar das plantas, ligar a amigos ou familiares.

Evitar álcool, drogas e outros comportamentos abusivos
Ainda que possam parecer uma escapatória fácil à realidade e uma boa forma de passar o tempo, não abuse de consumos que causem dependência, precisamente por terem um efeito oposto ao esperado.

A ideia de que o álcool ajuda a dormir também não é correta; pode parecer que se adormece mais facilmente, mas o sono é de menor qualidade. Garanta que os consumos de substâncias aditivas e os hábitos de jogo e consumo da Internet se fazem de forma moderada.

Aprender a desligar das redes sociais e das notícias
Ouvir notícias sobre a pandemia todos os dias, olhar para o email ou computador fora das horas de trabalho ou passar muito tempo a fazer scroll pelas redes sociais podem ter um efeito nocivo na saúde mental.
É importante aprender a desligar, mesmo que seja só durante umas horas ou durante um dia, e saber reduzir o tempo dedicado a cada uma destas tarefas.

Numa altura de restrições, é preciso estar-se informado, mas não de forma compulsiva. Verifique as notícias sobre a pandemia uma vez por dia, ou até passe mais do que um dia inteiro sem ter contacto nenhum com essa realidade. Os órgãos de comunicação social tendem a exacerbar de alguns medos, contribuindo para o aumento dos níveis de ansiedade.

Separar o trabalho da vida pessoal
Com o confinamento, regressa o teletrabalho para muitos portugueses. Embora este regime tenha algumas vantagens, como perder menos tempo em deslocações, também existem desvantagens. Pode haver uma maior pressão para demonstrar o seu valor na organização onde trabalha para garantir o seu emprego, já que a segurança e estabilidade laboral são importantes em tempos de crise.

O desequilíbrio entre estas duas esferas pode levar a um aumento do stress e de outros problemas como a ansiedade, depressão ou consumo problemático de substâncias. Pode ainda afetar a produtividade, a satisfação com o trabalho e ter um impacto negativo nas relações parentais ou conjugais.

A Ordem dos Psicólogos recomenda que o trabalhador saia do local de trabalho durante a pausa para almoço e que defina um alarme para se lembrar de fazer pausas regulares (seja em teletrabalho, seja presencialmente). Crie uma rotina que facilite a transição psicológica do contexto casa-trabalho para casa-família (e vice-versa): dê um passeio a pé ou beba um café à janela antes de iniciar o dia de trabalho.

É também importante comunicar as suas necessidades à entidade patronal, tentando negociar prazos irrealistas ou a forma como o trabalho está organizado, e investir no desenvolvimento de boas relações com os colegas. Saiba dizer que não quando as tarefas pedidas são irrazoáveis e não esqueça as coisas básicas como dormir horas suficientes.

Não ter receio de falar ou pedir ajuda
Se chegar a uma altura em que se sente sobrecarregado pelos seus sentimentos e pela realidade que o rodeia, fale do que sente com familiares, amigos ou pedir ajuda profissional. “Quem sentir que a ansiedade e a tristeza provocam um sofrimento e uma disfuncionalidade importantes deve procurar apoio junto de amigos e familiares, contactar a linha SNS24 de Apoio Psicológico e recorrer à ajuda profissional do médico de família, de um psicólogo ou de um psiquiatra”, recomenda Pedro Morgado.

Caso não se sinta bem psicologicamente, é aconselhável que procura ajuda e contacte profissionais e entidades de apoio que se disponibilizaram a ajudar durante este período que vivemos.

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