PORTUGAL NO FEMININO

8 de Março é o dia em que se celebram as mulheres, as suas conquistas, os seus méritos, os seus feitos. O Dia Internacional da Mulher celebra-se para recordar das grandes vitórias que foram conquistadas ao longo de vários anos, desde o direito a votar, ao direito à educação e ao trabalho, lutando contra o preconceito racial, sexual, político, cultural, económico ou linguístico.

Neste dia de comemoração, deixamos-lhe a história de algumas das mais reconhecidas mulheres portuguesas que se notabilizaram pelos seus feitos na nossa história nas mais diversas áreas.

Carolina Beatriz Ângelo
Nascida a 16 de Abril de 1878 no distrito da Guarda, notabilizou-se em Portugal por várias conquistas ao longo da sua vida: conhecida por ser a primeira mulher a votar em Portugal no ano 1911, foi também a primeira cirurgiã portuguesa. Feminista e sufragista, fundou e fez parte da Liga Portuguesa das Mulheres Portuguesas, defensora de ideais republicanos entre eles o direito ao divórcio e dos direitos e deveres iguais para homens e mulheres. Viria a falecer em 1911 com 33 anos de idade derivado a problemas cardíacos. A escola EB 2,3 da Guarda e o Hospital Beatriz Ângelo de Loures receberam o seu nome em homenagem à médica e ativista.

Amália Rodrigues
Conhecida como a voz de Portugal, Amália Rodrigues foi uma das mais brilhantes e aclamadas cantoras do século XX. A data de nascimento foi uma incógnita durante alguns anos sendo a sua data oficial de nascimento a 23 de julho de 1920. Tornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado tendo atuado um pouco por todo o mundo e levando a conhecer a cultura portuguesa, a língua portuguesa e o fado aos quatros cantos da terra. Faleceu em 1999 tendo deixado um legado de filmes e músicas que ainda hoje fazem parte do repertório português.

Lourdes Pintasilgo
Maria de Lourdes Pintasilgo nasceu em 1930 em Abrantes. Fundou em 1969 juntamente com Teresa Santa Clara Gomes, o movimento internacional Graal no qual foi coordenadora de programas de formação e de projetos-piloto no domínio da emancipação da mulher, do desenvolvimento, da ação sociocultural e no domínio de uma evangelização enraizada no seu tempo. Entre 1979 e 1980 desempenha o cargo de primeira-ministra de Portugal, tendo sido a única mulher até a data a ter tal cargo (Foi a segunda mulher a desempenhar o cargo de primeira ministra na Europa, depois de Margaret Thatcher no Reino Unido). Faleceu em 2004 contando com várias obras publicadas e uma vasta lista de homenagens, desde prémios a jardins com memorias que pretendem manter os seus feitos na memória dos portugueses.

Beatriz Costa
Beatriz da Conceição foi mais conhecida pelo nome Beatriz Costa pelos portugueses. Atriz de cinema e teatro é ainda hoje um ícone da cultura portuguesa. Pisou vários palcos durante a carreira e participou também em vários filmes que fazem parte do património cinematográfico português – O Trevo de Quatro Folhas, A Aldeia da Roupa Branca e A Canção de Lisboa, filme que viria a imortalizar a sua imagem e ganhar o título de “Príncipes do Cinema Português”, ao lado de Vasco Santana. Viria a falecer em 1996, sendo ainda hoje recordada pelo povo português.

Rosa Mota
Considerada por muitos como a melhor corredora do século XX, Rosa Maria Correia dos Santos Mota – ou apenas Rosa Mota -, nasceu em 1958 no Porto. A sua paixão pela corrida começou quando ainda nova, carreira que seguiu ao longo de várias competições internacionais. Venceu a medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984 e a medalha de outro, quatro anos depois nos Jogos Olímpicos de Seul 1988. Ganhou várias medalhas de ouro no Campeonato Europeu e nos Campeonatos Mundiais. São várias as homenagens e distinções que lhe foram prestadas em reconhecimento dos seus feitos.

Estão são apenas algumas das várias mulheres que marcaram Portugal ao longo dos seus anos de história. Quem poderia fazer parte desta lista? Partilhe connosco o nome de grandes mulheres nas nossas redes sociais.

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COMO COMPENSAR A CARÊNCIA DE VITAMINA D

A vitamina D é um dos muitos nutrientes essenciais para que o nosso corpo funcione de forma regulada ao longo do dia e da vida. Mais conhecida como a vitamina do sol, uma vez que é produzida na nossa pele por ação dos raios solares. A vitamina D tem como uma das suas principais funções a manutenção da massa óssea sendo necessária para que o organismo consiga absorver cálcio corretamente. Para além disso, a vitamina D está envolvida em outras funções do nosso corpo como por exemplo no sistema circulatório e nervoso, no sistema digestivo e ainda no sistema imunológico ajudando a prevenir doenças como a depressão, diabetes, cancro ou doenças cardíacas.

A deficiência de vitamina D pode estar relacionado a várias doenças e os sintomas são subtis o que faz com que a maioria das pessoas não se aperceba que existe uma insuficiência deste nutriente no organismo. Os sintomas associados à carência desta vitamina incluem:

– Fadiga e dores musculares

– Alterações de humor

– Queda de cabelo

– Dores nas costas e ossos

– Menor capacidade de cicatrização de feridas

Qual a melhor forma de compensar a deficiência de vitamina D no nosso organismo?
Para se conseguir uma produção adequada de vitamina D é necessário, na Primavera, no Verão e no Outono, um tempo de exposição solar, sem protetor, de 15 a 30 minutos (conforme o tipo de pele), pelo menos três a quatro vezes por semana, nas horas em que o nível de radiação UV seja de 4 ou 5. Uma estratégia possível é aplicar o protetor solar apenas à chegada à praia e aproveitar os minutos que ele demora a atuar para produzir vitamina D.

Uma outra forma de conseguir melhorar os níveis de vitamina D é com uma dieta cuidada. Pode ingerir alimentos ricos como peixes gordos (salmão, sardinhas e cavala, por exemplo), carnes vermelhas, fígado de vaca, gema de ovo, queijo e derivados ou cogumelos são apenas alguns dos alimentos que pode incluir na sua dieta.

Para as pessoas que passam pouco tempo fora de casa, que vivam em zonas com pouco sol, que vivam em instituições ou lares e que tenham uma mobilidade reduzida, que apresentem polimorfismos nos genes associados à síntese no organismo, a solução poderá ser optar por tomar suplementos desta vitamina de forma a compensar

Em termos gerais, e em condições ideais de vida, entre 80 e 90% da vitamina D deveria provir da síntese cutânea e 10 a 20% da dieta.

Caso sinta que poderá ter algum dos sintomas descritos procure o seu médico de família ou aconselhamento especializado. A sua saúde em primeiro lugar.

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EVITE A FATIGA NO CONFINAMENTO

Cansado da pandemia e do confinamento? É normal. Mesmo estando em casa, torna-se difícil de manter uma rotina, separando a vida profissional da vida pessoal, sem descurar cuidados de proteção. No entanto, é muito importante manter estes comportamentos, para que não sucumba à fatiga durante este novo período de confinamento.

A Ordem dos Psicólogos partilha alguns conselhos que deve seguir:

Saiba que sentir-se cansado e desmotivado é normal
O psiquiatra Pedro Morgado defende que “é normal sentirmo-nos ansiosos, preocupados e tristes e é importante salientar que a maioria das pessoas acaba por se adaptar e encontrar a tranquilidade necessária para lidar com a adversidade dos nossos dias.”
A pandemia exigiu uma “grande capacidade de adaptação” e que “é natural” que as pessoas se sintam “fartas” da situação; afinal, a pandemia dura há meses e o seu fim ainda está longe. Após tantos meses com limitações, sacrifícios e incertezas, é natural sentir falta de motivação para continuar a seguir as orientações – no entanto, é ainda importante agora seguir os cuidados recomendados pelas autoridades de saúde.

É importante manter uma rotina (e planos para o futuro)
Definir uma rotina “é algo fundamental para o funcionamento do nosso organismo e para o nosso bem-estar físico e psicológico”, garante Pedro Morgado. Mesmo em confinamento, ajuda continuar a adotar certos comportamentos como se nada tivesse mudado, como vestir-se para trabalhar, alimentar-se de forma adequada e regular, praticar exercício físico e separar os períodos de trabalho e de descanso/lazer com muita clareza. Estas medidas ajudam-nos a preservar não só a normalidade, mas a nós próprios também.

É igualmente importante ter planos diferentes para os dias de folga e fazer planos para o futuro, mesmo a curto prazo (como uma caminhada ou uma videochamada no fim-de-semana). Até pode planear uma viagem para mais tarde, quando for possível viajar em segurança e sem restrições, para que não perca a esperança para um futuro quando tudo voltar ao normal.

Não descurar cuidados, apesar do cansaço
Por muito cansados que possamos estar, há cuidados que não podem ser descurados. O uso de máscara, a lavagem ou desinfeção das mãos e o distanciamento social são comportamentos importantes que não podemos deixar esquecidos.
Com a repetição constante, estes tornar-se-ão num hábito que não requer esforço. Deixe o desinfetante e a máscara sempre à mão, para facilitar o seu uso.

O bem-estar deve ser prioridade
A constante exposição ao stress nestes tempos de incerteza é um fator de risco para o desenvolvimento de ansiedade e depressão.
Dessa forma, é preciso colocar o seu bem-estar em primeiro lugar. Em tempo frio, é importante comer bem e privilegiar uma alimentação saudável e variada (com frutas e leguminosas), fazer exercício físico e sair para espaços verdes ou apanhar sol para estimular a produção de vitamina D.

Procure também atividades que promovam o bem-estar, sempre com atenção ao risco associado, como: ler, escrever, desenhar, pintar, jogar, ver filmes ou séries, cozinhar, tratar das plantas, ligar a amigos ou familiares.

Evitar álcool, drogas e outros comportamentos abusivos
Ainda que possam parecer uma escapatória fácil à realidade e uma boa forma de passar o tempo, não abuse de consumos que causem dependência, precisamente por terem um efeito oposto ao esperado.

A ideia de que o álcool ajuda a dormir também não é correta; pode parecer que se adormece mais facilmente, mas o sono é de menor qualidade. Garanta que os consumos de substâncias aditivas e os hábitos de jogo e consumo da Internet se fazem de forma moderada.

Aprender a desligar das redes sociais e das notícias
Ouvir notícias sobre a pandemia todos os dias, olhar para o email ou computador fora das horas de trabalho ou passar muito tempo a fazer scroll pelas redes sociais podem ter um efeito nocivo na saúde mental.
É importante aprender a desligar, mesmo que seja só durante umas horas ou durante um dia, e saber reduzir o tempo dedicado a cada uma destas tarefas.

Numa altura de restrições, é preciso estar-se informado, mas não de forma compulsiva. Verifique as notícias sobre a pandemia uma vez por dia, ou até passe mais do que um dia inteiro sem ter contacto nenhum com essa realidade. Os órgãos de comunicação social tendem a exacerbar de alguns medos, contribuindo para o aumento dos níveis de ansiedade.

Separar o trabalho da vida pessoal
Com o confinamento, regressa o teletrabalho para muitos portugueses. Embora este regime tenha algumas vantagens, como perder menos tempo em deslocações, também existem desvantagens. Pode haver uma maior pressão para demonstrar o seu valor na organização onde trabalha para garantir o seu emprego, já que a segurança e estabilidade laboral são importantes em tempos de crise.

O desequilíbrio entre estas duas esferas pode levar a um aumento do stress e de outros problemas como a ansiedade, depressão ou consumo problemático de substâncias. Pode ainda afetar a produtividade, a satisfação com o trabalho e ter um impacto negativo nas relações parentais ou conjugais.

A Ordem dos Psicólogos recomenda que o trabalhador saia do local de trabalho durante a pausa para almoço e que defina um alarme para se lembrar de fazer pausas regulares (seja em teletrabalho, seja presencialmente). Crie uma rotina que facilite a transição psicológica do contexto casa-trabalho para casa-família (e vice-versa): dê um passeio a pé ou beba um café à janela antes de iniciar o dia de trabalho.

É também importante comunicar as suas necessidades à entidade patronal, tentando negociar prazos irrealistas ou a forma como o trabalho está organizado, e investir no desenvolvimento de boas relações com os colegas. Saiba dizer que não quando as tarefas pedidas são irrazoáveis e não esqueça as coisas básicas como dormir horas suficientes.

Não ter receio de falar ou pedir ajuda
Se chegar a uma altura em que se sente sobrecarregado pelos seus sentimentos e pela realidade que o rodeia, fale do que sente com familiares, amigos ou pedir ajuda profissional. “Quem sentir que a ansiedade e a tristeza provocam um sofrimento e uma disfuncionalidade importantes deve procurar apoio junto de amigos e familiares, contactar a linha SNS24 de Apoio Psicológico e recorrer à ajuda profissional do médico de família, de um psicólogo ou de um psiquiatra”, recomenda Pedro Morgado.

Caso não se sinta bem psicologicamente, é aconselhável que procura ajuda e contacte profissionais e entidades de apoio que se disponibilizaram a ajudar durante este período que vivemos.

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TRADIÇÕES NAMORADEIRAS EM PORTUGAL

O Dia dos Namorados é sempre um dia que devemos relembrar! E porque não celebrar o Dia dos Namorados à portuguesa! Embora estas tradições não sejam exatamente tradições do dia de S. Valentim, são tradições de namorados que vale a pena revisitar e conhecer.

A Pedra dos Namorados
Chegando a São Pedro do Corval vindo de Leste, encontra-se uma pedra com uma forma que lembra um cogumelo e uma altura de mais de três metros.

Por altura da Páscoa, as mulheres com os seus vinte anos para lá caminham e, de costas para a Rocha dos Namorados, devem atirar pequenas pedras (que hoje podemos ver reunidas no seu topo). Para cada pedra falhada, soma-se um ano de espera até ao casamento aparecer.

Cantarinha dos Namorados
A Cantarinha dos Namorados, também conhecida por Cantarinha de Guimarães, é um objeto trabalhado em barro que os homens vimaranenses devem oferecer à sua namorada como pedido de casamento.
A cantarinha pode ser aceite, recusada ou ainda partida como resposta ao pedido.

Conta com três secções: a cantarinha propriamente dita, maior, que representa as coisas boas do casamento; uma outra cantarinha, mais pequena, empoleirada na primeira, e que simboliza todos os problemas que o matrimónio também tem; e um pássaro na cúpula, sendo o guarda-segredos do casal.

Lenço dos Namorados
São chamados de lencinhos, lenços minhotos, ou lenços dos namorados. Vêm de Vila Verde ou do Minho inteiro, podendo ter bordados de corações, passarinhos ou chaves do amor. Em todas as suas formas, é inegável que o Lenço dos Namorados é já um dos registos folclóricos mais iconográficos do país.

Ao contrário da cantarinha, os lenços eram entregues da mulher para o homem, que, caso aceitassem a oferta, deveriam ser usados no bolso com uma ponta de fora – como uma espécie de anel de noivado dos nossos tempos, mas com o homem como portador.

Neste dia, espalhe o amor e não se esqueça de demonstrar o seu carinho por aqueles de quem mais gosta.

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PLANO DE VACINAÇÃO NAS UNIDADES NATURIDADE

Iniciado em Dezembro de 2020, o Plano de Vacinação em Portugal começou pelos grupos prioritários, após os profissionais de saúde dos centros hospitalares, que foram os primeiros a receber a vacina contra a COVID-19. Seguindo o plano, os profissionais e residentes em lares de idosos e instituições da Rede Nacional de Cuidados Integrados (RNCC) foram os seguintes a ser vacinados, incluíndo os utentes e funcionários das várias unidades do grupo Naturidade. Em todo o país prevê-se que a primeira dose da vacina tenha sido administrada a 8.000 pessoas durante o mês de Janeiro e que a toma da segunda dose esteja completa até ao final do mês de Fevereiro.

 
 
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COMO PREVENIR ACIDENTES EM CASA

Acidentes graves podem acontecer em todo o lado, até mesmo no conforto do seu lar e podem envolver a si, à sua família ou até mesmo aos seus animais de estimação. Embora não possa eliminar por completo o risco de acidentes em casa, existem forma de conseguir evitá-los. Deixamos-lhe algumas dicas:

Choques elétricos
Evite mexer em equipamentos elétricos – como secadores de cabelos ou tomadas – quando estiver com as mãos molhadas, podem provocar-lhe choques elétricos que podem mesmo ser fatais.

Escadas
É ideal que todas as escadas da sua casa tenham corrimão para se apoiar caso sinta dificuldades em subir os degraus e equilibrar-se. Ao usar bancos ou cadeiras para conseguir alcançar alguma coisa que está acima de si, tenha alguém por perto para ajudar se necessário.

Facas e objetos pontiagudos
Guarde as facas e outros objetos cortantes em lugares seguros e de difíceis acessos, especialmente das crianças e de pessoas com problemas do foro psicológico.

Fugas de gás
No que diz respeito à utilização de gás, todo o cuidado é pouco! Esteja sempre atento a possíveis fugas de gás e verifique sempre se a mangueira não está danificada ou fora do prazo de validade (deve ser mudada a cada cinco anos, no máximo).

Janelas e sacadas
Evite debruçar-se em janelas ou sacadas. Se tiver crianças ou animais de estimação, coloque grades ou redes de proteção em todas as janelas e varandas para evitar quedas.

Móveis
Gavetas abertas e objetos fora do lugar podem causar ferimentos aos mais distraídos. Arrume ou mude de sítio tudo o que for possível, tendo sempre o máximo de atenção ao circular em casa.

Piscinas e banheiras
Redobre os cuidados quando se trata de água. As crianças nunca devem ficar sem supervisão em banheiras ou piscinas, mesmo que por segundos. Coloque braçadeiras nas crianças que estejam perto da água e dificulte o acesso aos locais com água vedando as piscinas e, especialmente, poços.

Produtos de limpeza
Devem estar sempre longe do alcance das crianças pelo risco de ingestão, e mesmo de adultos, que os podem confundir com outros líquidos – certifique-se de que estão arrumados num local apropriado.

Tropeções e quedas
Pisos molhados e/ou húmidos podem gerar acidentes graves. Em pisos secos, mas que são naturalmente escorregadios, evite andar de meias. Tome cuidados redobrados para não tropeçar em tapetes dobrados ou levantados.

Estas são apenas algumas dicas que deve ter em atenção no seu dia-a-dia para evitar acidentes em casa. Deve ter sempre cuidados redobrados caso tenha crianças ou idosos em casa para que se mantenham sempre em segurança.

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CRIE A SUA HORTA #1 | O QUE PLANTAR EM JANEIRO

Já sabemos que manter-se ativo é excelente para conseguir otimizar oportunidades para a saúde, participação e segurança para melhorar a qualidade de vida das pessoas, em especial as pessoas mais idosas.

Uma sugestão para se manter sempre ativo é preparar uma pequena horta na sua casa (criar uma pequena horta no seu quintal ou na sua varanda caso tenha a possibilidade) ou perto da sua casa.

Agora que tem tudo pronto e pode começar a sua plantação, fique a saber o que deve plantar em Janeiro para que a sua horta esteja sempre ativa e a produzir alimentos.

Em Janeiro estamos em pleno inverno em Portugal pelo que as plantações acabam por ficar limitadas a alguns vegetais apenas, mas pode fazer planos para o que poderá vir a plantar no futuro.

Deixamos então algumas sugestões para as primeiras plantações.

Caso tenha a possibilidade de ter uma grande horta, pode optar por plantar alfaces, alho, acelgas, aipo, alho-francês, batatas, beterraba, chicória, couves, brócolos ou couve-flor. Pode ainda plantar amoras, framboesas, groselhas, mirtilos e morangos, todos eles frutos importantes do ponto de vista nutricional.

Para as pessoas que não tem possibilidade de ter uma grande horta ou preferem optar por um jardim mais pequeno, podem sempre plantar flores ou ervas aromáticas. Janeiro é um bom mês para plantar alecrim, salsa e coentros, tomilho, orégãos, loureiro, salva e segurelha. Com estas ervas, pode alterar a forma como tempera a sua comida optando sempre por opções caseiras e saudáveis.

Por fim, pode optar por deixar a sua casa mais verde e bonita com plantas. E, em vez de comprar plantas já crescidas, porque não plantar as suas próprias plantas e cuidar delas? As sugestões para Janeiro são amor-perfeito, prímulas, cíclames, tulipas, frésias e narcisos, amarílis e jacintos. Pode assim dar mais cor à sua casa.

Mantenha-se ativo no seu dia-a-dia e reforce a sua qualidade de vida ao mesmo tempo que faz atividades lúdicas.

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A IMPORTÂNCIA DO SONO

É comum surgirem perturbações do sono à medida que envelhecemos. Tendo em conta a importância do sono para a saúde do organismo humano, é importante procurar ter o máximo de descanso possível.

Desde o momento em que nascemos até à idade adulta, passamos por vários padrões de sono que vão sofrendo alterações no que diz respeito à sua duração. Se quando somos bebés / criança, necessitamos entre 10 e 14 horas de sono por dia, quando somos jovens adultos apenas dormimos entre 6,5 e 8,5 horas por dia. Um idoso deve dormir entre 5 e 7 horas por dia para que possa sentir-se descansado e revitalizado.

Os estudos indicam que é a partir dos 60 anos a duração do sono estabiliza e, apesar de poder soar contraditório, o sono pode ser acompanhado por melhorias nos seus padrões levando a um sono de “qualidade” (é mais normal os jovens queixarem-se de problemas em dormir).

Para manter o seu descanso em dia, é importante saber o que pode causar-lhe transtornos e procurar alterar alguns comportamentos ou tomar algumas medidas.

Os vários fatores que podem contribuir para perturbações de sono no idoso são:

a falta de prática de exercício regular,
toma de medicação que afeta o ritmo circadiano,
uma dieta pouco adequada às necessidades do idoso,
sobrepeso,
doenças e/ou algumas demências (nomeadamente doença de Parkinson, apneia do sono, cardiopatia, esclerose múltipla, diabetes, síndrome das pernas inquietas, etc),
depressão ou ansiedade,
maus hábitos de sono.

Existem alguns sintomas que o podem ajudar a perceber que as horas de sono que está a ter regularmente não são suficientes para o seu descanso: apresentar sonolência durante o dia, dificuldades de memória e de concentração em pequenas tarefas, irritabilidade, sintomas depressivos e confusão.

É possível melhorar a qualidade do seu sono utilizando algumas estratégias que, implementadas com paciência e de forma faseada, o podem ajudar a descansar sempre plenamente.

A início, deve avaliar as características do seu sono questionando-se: a que horas costuma ir dormir, quais são os seus hábitos diários que podem afetar o sono e que rotinas dificultam o descanso do corpo e da mente.

Após ter resposta a essas questões, procure melhorar o seu sono aplicando um plano de acordo com as suas necessidades:

estabeleça um horário fixo para ir dormir e acordar,
tenha uma rotina mais calma antes de dormir (opte por ler um livro para ajudar a adormecer ou tomar um banho),
não fume ou consuma estimulantes à noite (deve sempre evitar cafés, refrigerantes ou alguns chás, especialmente os que têm teína),
evite atividades estimulantes antes de dormir e iluminações fortes ou temperaturas extremas no quarto,
Jante cedo e evite refeições pesadas à noite ou próximo da hora de dormir pois podem interferir com a digestão,
limite as sestas diurnas e vá dormir apenas quando tiver sono.

É importante dormir bem e manter a disciplina de forma a contribuir para um envelhecimento saudável que o ajudará também a prevenir outras doenças e a descansar para poder aproveitar o dia ao máximo e da melhor forma possível.

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CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS + CUIDADOS DA PESSOA COM DOENÇA

A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) é constituída por um conjunto de instituições, públicas ou privadas, que prestam cuidados continuados de saúde e de apoio social a pessoas com situações de dependência, tanto na sua residência como em unidades de internamento. Estas Unidades são cuidados de convalescença, recuperação e reintegração de doentes crónicas e pessoas em situação de dependência, procurando proporcionar-lhes conforto, bem-estar e cuidados de saúde, prevenindo o agravamento das suas situações de dependência e promovendo a autonomia do utente.

Os serviços de Cuidados Continuados dividem-se em duas durações: media duração ou longa duração. Aos primeiros pretende-se prestar cuidados de saúde, reabilitação e apoio psicossocial, por situação clínica decorrente de recuperação de um processo agudo ou descompensação de processo patológico crónico, a pessoas com perda transitória de autonomia potencialmente recuperável.

Aos utentes dos cuidados de longa duração pretende-se proporcionar cuidados de apoio psicossocial e de saúde de manutenção que previnam e retardem o agravamento da situação de dependência das pessoas que, independentemente da idade, se encontrem com doença ou em processo crónico, com diferentes níveis de dependência, e que não reúnam condições para serem cuidadas no domicílio, favorecendo o conforto e a qualidade de vida.

Para garantir uma correta recuperação, os utentes são acompanhados por vários especialistas nas mais diversas áreas – médicos, enfermeiros, assistentes sociais, terapeutas, psicólogos, auxiliares – que assegurarão a melhor recuperação possível dependente das necessidades de cada utente.

No Grupo Naturidade contamos com mais de 2 centenas decamas na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados em diferentes tipologias. Conheça-as aqui e, caso necessite de mais informações, contacte-nos através dos vários canais que temos disponíveis para si.

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RESOLUÇÕES PARA UM 2021 SEM MEDO

Depois de um ano com tantos imprevistos e momentos mais negativos, o ano 2021 está à porta. De forma a ajudar que seja um ano melhor que o anterior, compilámos uma lista de sugestões de resoluções, de forma a enfrentar 2021 sem medo.

  1. Cuidar mais de si

Isto pode significar uma grande variedade de coisas, dependendo do que resulta melhor para si. Talvez queira começar a fazer yoga ou meditação para ajudar a relaxar, ou apenas ler um livro da sua escolha. O importante é sentir que está a tirar tempo para si próprio e para o que o faz sentir bem.

  1. Tirar mais tempo para a família

Mesmo que não possa estar com os seus entes queridos presencialmente, é importante manter o contacto. Tire uns minutos do seu dia para telefonar ou fazer uma videochamada com aqueles que lhe são importantes.

  1. Aprender um novo hobby

Um hobby é a melhor maneira de passar o tempo concentrado em algo que gosta, mas de forma a poder relaxar e divertir-se. As possibilidades de hobbies são infinitas, dependendo do que gosta: pode querer aprender uma nova língua ou a tocar um instrumento musical, começar a fazer desporto ou projetos DIY. A melhor parte é que se sentir que o hobby que escolheu não vai de encontro às suas expetativas, tem muitos mais por onde escolher.

  1. Ajudar mais os outros

Seja na forma de caridade ou pequenos gestos no seu dia-a-dia, ajudar o próximo é bom para si e para os outros. Faça voluntariado numa associação com que se identifique, doe alimentos ou roupa, ou ajude alguém que precisa.

  1. Passar menos tempo no telemóvel

A maior parte das pessoas tem o hábito de viver coladas ao telemóvel. Tente passar uma hora de cada dia sem qualquer acesso ao seu telemóvel, a relaxar ou a fazer outra atividade que lhe interesse. Se tiver bons resultados, até pode começar a aumentar esse período de tempo gradualmente.

  1. Sair da sua zona de conforto

Isto pode implicar várias coisas, dependendo do que considera a sua zona de conforto. Talvez seja falar com pessoas novas ou começar uma aula online numa área que não lhe é familiar. O importante é tomar o primeiro passo e seguir em frente, sem medo. Vai ver que ajuda a expandir os seus horizontes e vai sentir-se mais realizado.

  1. Perseguir aquele sonho que ficou para trás

Todos nós temos um sonho, pequeno ou grande, que nunca realizámos – por falta de tempo ou dinheiro ou qualquer outra razão. Porque não voltar a tentar em 2021? Mesmo que já tenha passado muito tempo, de certeza que não ficou esquecido. O importante é não desistir.

  1. Focar-se nos seus objetivos para o ano

Faça um plano dos objetivos que quer atingir ao longo do ano. Não se preocupe com datas, apenas faça uma lista de tudo o que quer concretizar antes do ano acabar. Podem ser pequenas coisas que fazem a diferença, ou planos maiores que envolvem o seu crescimento profissional e pessoal.

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